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<othersabs xmlns="http://eprints.org/ep2/data/2.0"><item><othabstracts>Análise de experiências nas construção de prédios de bibliotecas universitárias no Brasil a partir de pesquisa acadêmica de Valci Augustinho (1987) ressalta problemas com materiais de construção e a desconsideração à regionalização climática, bem como os estudos de José Galbinsky e Antonio Miranda (1993) que rogam por plejamento prévio sobre estruturas sistêmicas para modelagem do uso do espaço físico. Consequentemente, considera-se que o prédio do futuro deva ser flexível, compacto, acessível, suscetível de ampliação, variado, organizado, confortável, dotado de constância do ambiente, seguro e econômico, sem esquecer ainda da questão da ecologia e da ergonomia. O impacto das novas tecnologias no design  é também focalizado. Afirma, em conclusão, que ser mais ou menos inteligente não depende apenas de quanto mais ou menos tecnologias sejam introduzidas nos projetos arquitetônicos, e sim da capacidade de garantir a renovação dessas mesmas tecnologias sem causar traumas aos prédios mais antigos. O conceito de biblioteca inteligente pressupõe tanto a sua modernização tecnológica quanto a sua capacidade de contínua renovação, de forma sustentável.</othabstracts><language>pt</language></item></othersabs>
