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<referencetext xmlns="http://eprints.org/ep2/data/2.0">1. BARRETO, A. de A. A. Questão da Informação. Revista São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 8, n. 4, dez. 1994.

2. Para simplificar usaremos produto de informação para indicar produtos e serviços de informação.

3. A ata da Reunião consta dos documentos da Royal Society de Londres, Inglaterra.

4. WERSIG, G., NEVELING, U. The phenomena of interest to information science. The Information Scientist, [S. l.], n. 4, 1975.

5. BELKIN, N., ROBERTSON, S. E. Information Science and the phenomenon of information. USA : Jasis, 1976.

6. Medidas tradicionalmente aceitas para avaliar o rendimento operacional dos estoques de informação. Revocação é a habilidade do estoque de informação em apresentar itens relevantes para o receptor. Precisão é a habilidade do estoque de informação em reter itens de informação não relevantes para o receptor.

7. HOBSBAWM, E. A Era dos Extremos-O Breve Século XX-. Cia. Da Letras : São Paulo, 1995.

8. CLEVERDON, C. W. Factors Determining the Performance of Indexing Systems. England : Cranfield Institute of Technology, 1966.

9. SALTON, G. Dynamic Information and Library Processing. London : Prentice Hall, 1975.

10. Estáticos no sentido de que por si só não podem gerar conhecimento.

11 Não estão sendo considerados aqui as condições de preço ou valor, somente uma análise simples das condições técnicas do mercado de informação.

12. URQHART, D . J. Economic Analysis of Information Services. J. Doc., [S. l.], v. 32, n. 2, p. 123-25.

13. Em: Bell, D.. O Advento da Sociedade Industrial. 1. ediçao. São Paulo : Cultrix, 1985. Capitulo 3.

14. Os parentesis foram introduzidos pelo autor.

15. FRISCH, R. Theory of Production. Holland : D. Reidal Pub. Pub. Co., 1965.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

1. FLOWERDEW, WHITETHEAD. Cost effectiveness and Cost Benefit Analysis in Information Science. England : OSTI Report 5206, 1974.

2. JAENEKE, P. To what end Knowledge Organization. Knowledge Organization, n. 1, p. 3-10, 1994.

3. HUMPHREY, N. Uma Historia da Mente: A evolução e a gênese da Consciência. Rio de Janeiro : Campus, 1994.

4. LANCASTER, F. W. The measurement and evaluation of library services. USA : Information Resource Press, 1977.

5. KING, D. W., BRYANT, E. C. The evaluation of information services and products. USA : Information Resource Press, 1971.

6. ROBERTS, S. A. (Ed). Costing and the economics of library and information services. London : Aslib, 1984. (Aslib Reader Series, v.5).

7. LAMBERTON, D. M. (Ed). Economics of information and knowledge. London : Penguin, 1971.

8. BARRETO, A. de A. A transferência de informaçao, o desenvolvimento tecnologico e a produção de conhecimento. Informare, [S. l.], v . 1, n. 2, jul/dez. 1995.

9. BARRETO, A. de A. A informação e o Cotidiano Urbano. Rio de Janeiro : Ibict/Eco, 1991.

10. BARRETO, A. de A. A informaçao e a transferencia de tecnologia. Brasília : Senai/Ibict, 1993.

11. FARRADANE, J. The nature of information. Journal of Information Science. London, v. 1, n. 3, 1970.

12. FARRADANE, J. Knowledge, information and information science. Journal of Information Science. London, v. 2, n. 2, 1980.</referencetext>
